sexta-feira, 21 de agosto de 2015

ORIENTAÇÃO SINCOMÉRCIO - Dicas aos lojistas para comprar e vender bem

ORIENTAÇÃO SINCOMÉRCIO
Dicas aos lojistas para comprar e vender bem

Preço, qualidade, quantidade e condições de pagamento são quesitos que devem ser corretamente negociados. Comprar bem aumenta a rentabilidade da empresa.
Conseguir um bom fornecimento de produtos e serviços é essencial para manter o negócio competitivo e lucrativo, podendo, assim, oferecer as melhores condições de vendas aos clientes.
É bom lembrar que a atividade de compras na empresa não se resume somente à aquisição de mercadorias, produtos ou serviços. Comprar significa também planejar, pesquisar, elaborar e acompanhar pedidos, cobrar a entrega e receber as mercadorias para a manutenção, funcionamento e expansão do empreendimento.
Em algumas empresas, entretanto, não é dada a devida importância a essa atividade, deixando-a em segundo plano. Como consequência, perdem vendas pela inexistência da mercadoria ou de atrasos na sua entrega ou, então, compram em excesso, comprometendo a situação financeira da empresa.
Todo lojista que se preza é intrinsecamente um nato consumidor comercial e/ou pessoal, ou seja, conhece todos os meandros das necessidades de uma negociação que o deixam satisfeito e, principalmente, com vontade de continuar sendo cliente do estabelecimento. Então não é errado dizer: que o melhor consultor para o lojista é o próprio lojista.
Listamos alguns fatores que fazem com que qualquer consumidor sinta-se bem atendido e logo se torne um cliente contumaz.

Informações claras e objetivas
Todo consumidor se sente mais seguro e respeitado quando consegue facilmente encontrar o que procura, não sente que existam informações escondidas. É importante que todas as informações pertinentes ao negócio estejam dispostas para criar um ambiente confiável.

Canais de atendimentos rápidos e diretos
Quando mais canais de atendimentos, como, por exemplo, telefones, bate-papo online, e-mails, trará ao consumidor tranquilidade na hora de sanar suas dúvidas antes de executar a compra.

Preços competitivos
O preço não é um fator único e diferencial na concretização da venda, porém se estiver muito acima dos padrões de mercado fará com que o cliente, mesmo sendo assíduo da loja, desista da compra, pois o fator preço tem grande peso na decisão de compra.

Condições especiais
Oferecer sempre condições mais do que especiais faz com que os consumidores possam se aproveitar dessas situações para alcançar seus desejos de consumos e, ao mesmo tempo, aumentar suas experiências de compra.

Sentimento de cliente importante

Durante o processo de compra, o consumidor quer se sentir um cliente especial, porque decidiu gastar o seu dinheiro na loja e espera que receba a melhor atenção possível para que sua experiência de compra seja espetacular. Assim ele se tornará um cliente fiel e também um propagandista da loja sem custo algum e com o peso da sua divulgação muito mais convincente que qualquer propaganda paga.


Para acompanhar as atividades do Sincomércio e requerer serviços, os empresários e interessados podem entrar em contato pelo telefone 3271-3190 ou acessar o site do Sincomércio (www.sincomercio.net). 

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

ORIENTAÇÃO SINCOMÉRCIO

13 DICAS PARA ATRAIR O CONSUMIDOR EM TEMPOS DE CRISE

Não dá para ignorar: os consumidores não são mais os mesmos. Perderam aquela ânsia de comprar dos tempos de bonança. E, quando entram em uma loja, abrem a carteira com parcimônia. De acordo com a pesquisa 'A crise no mundo', realizada pelo Ibope em parceria com a rede World Wide Independent Network of Market Research, 52% da população de 25 países estudados, entre eles, o Brasil, já diminuíram suas despesas com vestuário, calçados e acessórios, 48% deixaram de comprar móveis e eletrodomésticos e o mesmo percentual tem ido menos ao cinema, shows e restaurantes.
Para se adaptar ao novo comportamento do consumidor, não basta seguir a tradicional cartilha do varejo. É preciso fazer mais e melhor. Transformar a venda em uma experiência de compra. Comunicar-se de forma objetiva e personalizada com o público-alvo. Lançar mão da tecnologia. Sem, é claro, descuidar do atendimento primoroso.

Veja as dicas:

1>>>CHAMARIZ
Promova ações de relacionamento, de entretenimento, faça eventos temáticos, chame o cliente para dentro da loja;

2>>>ABAIXO A OSTENTAÇÃO
O uso de materiais sustentáveis e de custo relativamente baixo é muito bem-vindo neste momento. O ideal é que a mudança de conceito seja pensada para fortalecer o posicionamento da marca - e que venha com toques de inovação e tecnologia;

3>>>O HUMOR SEMPRE VENCE
Uma proposta de marketing bem-humorada, no mínimo, chama a atenção. Ainda mais quando o mundo vive um momento de grande instabilidade. O caminho é apostar nas cores e em um eficiente projeto gráfico que pode ser traduzido, por exemplo, em cartazes ou adesivos aplicados nas paredes e no piso da loja.

4>>>PODE PEGAR
Se o cliente está reticente, que tal eliminar as barreiras de acesso à loja? Diga 'não' aos vendedores com ar de superioridade, aos balcões e, se for o caso, até à porta de entrada.

5>>>MANEQUINS DINÂMICOS
Sem movimento e atitude, uma vitrine perde toda a graça. Para fazer diferente, porém, não basta trocar a roupa do manequim. Este precisa transmitir um estilo. Vale usar adesivos que simulem expressões e adotar peças articuladas, que possam ganhar novas poses. Sem criatividade não há como chamar a atenção do consumidor;

6>>>COMUNICAÇÃO DIRETA
A loja deve usar a linguagem e os ícones de identificação dos produtos e setores de acordo com o perfil dos clientes que atende. É preciso adotar signos que eles reconheçam como reais. Não basta ser apenas bonito, deve ser eficiente. Uma boa saída é optar pelos mesmos ícones adotados no computador, reconhecidos por todos os consumidores;

7>>>LUGAR INCOMUM
Uma forma de realçar o caráter de novidade de uma loja é mudar a posição dos produtos mais de uma vez na semana. Dá para surpreender com atitudes triviais, como inverter a mesa de apresentação da linha masculina com a feminina e substituir a tradicional oferta por grade de tamanho pela proposta de agrupamento por cores. Reposicionar as araras e até mesmo os manequins, caso eles marquem presença além da vitrine, também é uma conduta interessante;

8>>>VISUAL LIMPO
Lojas lotadas de cartazes não funcionam mais. O segredo é destacar apenas a informação relevante, a fim de chamar a atenção do consumidor. Pode-se destacar, por exemplo, a oferta de kits promocionais (como 'leve três e pague dois') e descontos especiais para portadores de cartão fidelidade;

9>>>EXPOSIÇÃO EFICAZ
As gôndolas e prateleiras não podem mais parecer simples expositores de produtos, devem se transformar em um espaço de experiência visual. A ideia é criar ondas de movimento, por meio da combinação de embalagens maiores e menores, da aposta no degradê de cores e do jogo das formas, por exemplo;

10>>>MAIS POR MENOS
Entregue ao consumidor mais pelo mesmo preço que ele costumava pagar e crie opções mais econômicas;

11>>>PLANO B
Crie uma nova linha de produtos mais em conta para atender o seu próprio consumidor, disposto a gastar menos, e para conquistar outras fatias de mercado;

12>>>SOLUÇÃO COMPLETA
Hoje o cliente não busca um produto, ele espera resolver um problema, seja o jantar do fim de semana ou o traje completo da próxima balada. Os varejistas podem aproveitar o conceito para fazer a chamada venda cruzada: no mesmo lugar em que está o macarrão também podem ser oferecidos o molho de tomate e o queijo ralado. A receita vale para todas as categorias, mas principalmente para moda, beleza e decoração;

13>>>PÓS-VENDA

Mais do que em qualquer outro momento, hoje um pós-venda feito com eficiência e inteligência ajuda a fidelizar o cliente e a construir o seu histórico de consumo. Mas é preciso ter cuidado para não invadir a privacidade das pessoas e nem importuná-las com um tratamento mais íntimo. Quanto mais profissional, melhor.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Orientação Sincomércio


Pesquisa mostra que 79% dos brasileiros parcelam compras

Levantamento foi realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil); entre os produtos mais comprados de forma parcelada, destacam-se roupas (32%) e eletrônicos (28%)
Legenda da imagem
Compras no crédito é a única forma de adquirir bens para a maioria dos entrevistados 
(Arte/Tutu)

Em um quadro de inflação, juros e desemprego em alta e de baixo crescimento econômico, está cada vez mais difícil para o brasileiro equilibrar o orçamento. Mesmo com o poder aquisitivo menor, as famílias, geralmente, tentam manter o padrão de consumo e, para isso, optam por parcelar compras de itens que não conseguiriam pagar à vista.
Uma pesquisa nacional realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontou que 79% dos entrevistados costumam realizar compras parceladas, com ou sem juros. Entre os produtos mais comprados de forma parcelada, destacam-se roupas (32%) e eletrônicos (28%). Foram ouvidas 642 pessoas nas 27 capitais brasileiras, com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais.
De acordo com o levantamento, o número médio de parcelas na modalidade sem juros é de 6,3. Além disso, 46% dos entrevistados declararam não ter medo de longos parcelamentos. Outro ponto interessante da pesquisa está relacionado ao crédito: 28% dos entrevistados consideram ruim o não parcelamento de compras, enquanto 64% apontam que o crédito é a única forma de adquirir os bens que desejam. Para 46% dos entrevistados, a preferência pelo parcelamento está relacionada ao baixo valor da prestação, o que, segundo eles, permite comprar mais.
Também foi identificado que 64% dos consumidores com o hábito de parcelar compras ainda possuem prestações a serem pagas. Em média, eles levarão quase nove meses para quitar os compromissos assumidos.
Por fim, a pesquisa aponta que 13% dos entrevistados tiveram o acesso ao crédito negado em alguma loja em que já haviam comprado antes, nos últimos três meses. Segundo 67% dos entrevistados que tiveram o crédito negado, o principal motivo da recusa foi a inadimplência ou o nome listado em serviços de proteção ao crédito. Não ter conta em banco (13%), a falta de comprovação de renda (11%) e ganhos insuficientes (9%) são outras razões para a restrição.
Apesar da aparente confiança na realização de compras parceladas, o consumidor precisa ficar atento aos juros cobrados na contratação dos financiamentos. Como os juros do cartão de crédito rotativo e do cheque especial são extremamente elevados, é recomendável que os consumidores busquem linhas de crédito em bancos comerciais com melhores condições.

Orientação Sincomércio



03/08/2015

Famílias seguram o bolso em meio à crise, aponta pesquisa da FecomercioSP

Proporção dos endividados na capital paulista registra queda pelo segundo mês consecutivo, ao passar de 54% em junho para 53,3% em julho
Legenda da imagem
Dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) realizada mensalmente pela FecomercioSP
(Arte/TUTU)

Diante da crise econômica, as estratégias adotadas pelas famílias paulistanas para administrarem melhor os seus orçamentos começaram a dar certo. O porcentual de consumidores endividados obteve queda pelo segundo mês consecutivo e passou de 54% em junho para 53,3% em julho. Essa retração está relacionada ao menor endividamento das famílias com renda inferior a dez salários mínimos - 57% vistos em julho ante 58,3% em relação ao mês anterior. 
 
Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
 
De acordo com a assessoria econômica da Entidade, o consumidor está cada vez mais cauteloso e tem priorizado o gasto com bens essenciais. Entretanto, na comparação com julho de 2014, o indicador registrou um acréscimo de 3,3 pontos porcentuais, resultado da alta dos preços de alimentos, energia e combustível.   Tal efeito também pode ser consequência da elevação dos juros e do desemprego.
 
Em números absolutos, o total de famílias endividadas passou de 1,936 milhão no mês de junho para 1,912 milhão no mês de julho. Já na relação com o mesmo período de 2014, esse número era de 1,795 milhão, o que significa um acréscimo, na base anual, de 117 mil famílias. 
 
O endividamento é menor entre famílias com renda superior a dez salários mínimos, que passou de 41,5% em junho para 42,8% em julho. 
 
Do total de endividados, 51,1% têm entre 11% a 50% da renda comprometida com o pagamento de dívidas. Para 23,2% dos consumidores o comprometimento é menor que 10%, enquanto para 21,9% as dívidas superam 50% da renda total. 
 
Para a FecomercioSP, a forte elevação na proporção de endividados vista no meses de março (42,3%), abril (48,9%) e maio (55,1%) apontava para um quadro preocupante: as famílias paulistanas estavam recorrendo a linhas emergenciais de empréstimos (cartão de crédito e cheque especial) para conseguir equilibrar as contas. No entanto, as duas quedas seguidas na parcela de endividados indicam que, na medida do possível, os consumidores estão adequando da melhor forma o orçamento diante da atual conjuntura econômica. 
 
14,5% das famílias paulistanas inadimplentes
Das famílias endividadas da capital paulista, 14,5% possuem contas em atraso, valor que apresentou queda em relação ao mês passado, quando alcançou 15,2%. Já no comparativo com julho do ano passado (13,5%), o indicador apresentou alta de 1,0 p.p. Em números absolutos, a proporção desses consumidores passou de 544 mil em junho para 521 mil em julho.
 
Mais uma vez, a ocorrência de atraso é maior entre as famílias de renda mais baixa. Para as que ganham até dez salários mínimos esse porcentual é de 18,2%. Já sobre as que ganham acima de dez salários mínimos é de apenas 5,9%. 
 
Ainda de acordo com a Entidade, 5,6% ou 200 mil dos entrevistados acreditam que não terão condições de pagar total ou parcialmente suas contas no próximo mês, o que aponta para um crescimento em relação à taxa apresentada em julho de 2014 (4,9%). 
 
Embora a proporção total de famílias que não conseguirão pagar as contas tenha caído na comparação mensal, este item voltou a subir entre as com renda inferior a dez salários mínimos, de 7,5% em junho para 7,8% em julho.
 
Cresce dívida de carnês e financiamentos de carros 
O principal tipo de dívida é o cartão de crédito, utilizado por 70,4% das famílias analisadas. Em seguida, estão: financiamento de carro (18,9%), carnês (16,3%), financiamento de casa (12,6%), crédito pessoal (11,8%) e cheque especial (7,7%).
 
Na comparação entre junho e julho, houve alta expressiva nos itens de carnês e financiamento de carro, que apresentaram alta de 2,1 p.p e 1,4 p.p respectivamente.