quinta-feira, 19 de maio de 2016

Com apoio do Sincomércio/Pontal, 

Branca realiza clínica de basquete 



Por iniciativa do SESC, com apoio do Sincomércio/Pontal (Sindicato Patronal do Comércio Varejista do Pontal do Paranapanema e Alta Paulista) e SERT (Secretaria de Esportes, Recreação Turismo), a ex-jogadora da seleção brasileira Branca esteve nesta quarta-feira, 18, em Presidente Venceslau para uma clínica de basquete.
Na parte da manhã, Branca dedicou sua atenção para um grupo de professores de Educação Física que atua nas redes de ensino de Presidente Venceslau. Na parte da tarde, a ex-jogadora bateu um papo com atletas das equipes de base de Presidente Venceslau.
Branca fez parte da equipe brasileira vice-campeã dos jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. Também foi vice-campeã pan-americana, em 1997. Atuou 66 vezes com a camisa da seleção brasileira.
A vinda de Branca a Venceslau faz parte do Projeto “Trajetória 28”, de iniciativa do SESC, que aborda modalidades envolvidas nos Jogos Olímpicos. A iniciativa também serviu para reforçar o Dia do Desafio, programado para o próximo dia 25.
Formada em Educação Física, Branca reside atualmente em Araçoiaba da Serra, na região de Sorocaba. Hoje seu trabalho é dedicado a mostrar sua experiência no basquete para professores e praticantes da modalidade.
Segundo ela, a proposta é estimular professores para a importância do basquete e ao mesmo tempo formar novos praticantes, com atenção voltada também para a linguagem e o estudo da modalidade.
   

terça-feira, 17 de maio de 2016

MEDIDAS AGRADAM SINCOMÉRCIO

Sincomércio mantém otimismo com pronunciamento do novo ministro da Fazenda


As primeiras medidas sugeridas pelo novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, vêm de encontro às propostas do Sincomércio (Sindicato Patronal do Comércio Varejista do Pontal do Paranapanema e Alta Sorocabana), na avaliação do presidente Guido Denippotti - foto.
Guido citou que uma das prioridades de Henrique Meirelles “é equilibrar as contas públicas e controlar o crescimento das despesas e da dívida do governo”. “Para isso, o ministro propôs, ainda que de forma genérica, estabelecer um sistema de metas de despesas (para que não haja crescimento real dos gastos públicos), diminuir a indexação da economia brasileira, cortar subsídios improdutivos para grandes empresas e realizar a reforma previdenciária com idade mínima para a aposentadoria, a fim de garantir a sustentabilidade do sistema”.
Para o Sincomércio, as medidas são fundamentais para a retomada da confiança e estão em sintonia com as expectativas da entidade. 
 A modernização das leis trabalhistas, com objetivo de buscar aumento da produtividade do trabalho, foi outro aspecto positivo do pronunciamento, destacou Guido. Segundo ele, o crescimento da produtividade, determinante para a retomada dos investimentos e da geração de empregos, pode vir com a adoção de medidas que permitam ao empregador flexibilizar as relações de trabalho, com a regulamentação da terceirização e maior autonomia na negociação entre empresas e empregados.
Para o Sincomércio, o único aspecto negativo mencionado por Meirelles em seu pronunciamento é a possibilidade de haver aumento da carga tributária, “ainda que de forma transitória”. “Não há qualquer folga na capacidade contributiva das empresas e famílias brasileiras”, disse Guido, citando que o novo ministro reconhece, no entanto, que a carga tributária brasileira é elevada e que precisa ser reduzida e simplificada para que haja maior incentivo ao consumo e aos investimentos e, assim, o país possa almejar taxas de crescimento mais elevadas e sustentáveis.
Guido destacou ainda o primeiro ato do novo governo, com a instituição do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos). Para Guido, a medida sinaliza que o novo governo quer restabelecer a confiança e o papel fundamental do setor privado na retomada da economia. “Outra palavra de ordem foi eficiência, com redução de gastos e melhora da qualidade dos serviços públicos. Tais ações, mesmo que ainda seja cedo - uma vez que é preciso avaliar as propostas e seu trâmite no Congresso -, denotam sinalizações positivas na visão do Sincomercio/Pontal, sempre na defesa dos princípios do livre mercado, em oposição ao excesso de intervenção do Estado na economia, que tende a gerar ineficiência e privilégios a grupos específicos”, avaliou Guido.
 Diante da gravidade da crise e os desafios a serem enfrentados, o Sincomércio/Pontal vê com otimismo as primeiras manifestações do novo governo. “A mudança na visão do papel do Estado (que deve diminuir de tamanho e reduzir sua intervenção na economia) também é um aspecto bastante positivo”, disse Guido.
Segundo ele, já é notável uma reversão de expectativas, para melhor, entre os empresários diante da estabilidade política e da aparente retomada da governabilidade. “Na medida em que propostas que viabilizem uma melhora da trajetória da dívida e o aumento da produtividade sejam anunciadas, assim como medidas para incentivar concessões e investimentos em infraestrutura, a confiança deve crescer, o consumo será estimulado e será aberto mais espaço para a retomada do crescimento das vendas do comércio e da economia brasileira”, afirmou.
O Sindicato Patronal do Comercio Varejista do Pontal do Paranapanema e Alta Paulista é a principal entidade sindical do Pontal do Paranapanema e Alta paulista do setor do comércio. Sua representação atinge cerca de 4 mil  empresas do comercio varejista.

terça-feira, 10 de maio de 2016

PERSPECTIVAS COM NOVO GOVERNO

Mudanças no cenário político trarão alento

na economia, diz presidente do Sincomércio

O presidente do Sincomércio do Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, Guido Denippotti, acredita que a mudança no cenário político vai trazer um novo alento na economia, no entanto ele espera que as medidas tenham efeito prático para a retomada do crescimento. Além da queda de juro e redução de impostos, a modernização na relação capital-trabalho é fundamental para mover o setor, afirma ele.
Guido cita, por exemplo, a MP 680, relativa ao Programa de Proteção ao Emprego, que teve emenda aprovada ao texto prevendo a prevalência do negociado sobre o legislado, nos acordos de convenção coletiva de trabalho.
O presidente do Sincomércio destaca ainda a necessidade de se promover um ajuste nas contas do governo. “O setor produtivo não pode continuar pagando a conta para suprir o déficit fiscal do governo”, disse ele.
Encontro
No último dia 02, executivos de empresas e entidades dos principais setores da economia estiveram reunidos na sede da Federação do Comércio de Bens, Turismo e Serviços do Estado de São Paulo (FecomercioSP), para uma reunião do Conselho Superior de Economia. Na ocasião foram discutidos desdobramentos econômicos da possível mudança no cenário político.
Pela primeira vez em dois anos há sinais de otimismo entre os conselheiros, o que indica que o novo ambiente político está sendo encarado como um ponto de inflexão e uma oportunidade para o Brasil voltar a crescer, avançar em reformas modernizantes e estabelecer definitivamente uma política fiscal responsável.
Os especialistas foram quase unânimes a respeito da necessidade de adoção de medidas rápidas e efetivas na direção de ajuste fiscal, estabilidade monetária, corte de gastos e incentivo ao investimento privado.
Entre os pontos positivos levantados pelos conselheiros estão a possibilidade de anúncio de medidas fiscais, principalmente ligadas à previdência e desvinculação orçamentária, que teriam um efeito positivo na confiança dos agentes e viabilizariam a retomada do crescimento já em 2017.
Além disso, uma possível valorização do real abriria espaço para a queda dos juros, o que, juntamente com a retomada do crescimento, ajudaria a mudar a dinâmica da dívida pública. Alguns conselheiros inclusive já trabalham com uma taxa de juros de um dígito no ano que vem, visto que a inflação de serviços dá sinais de desaceleração e o desemprego elevado está segurando as pressões salariais.
Por outro lado, entre os pontos de atenção destacados pelos economistas, estão a preocupação com apreciação exagerada do real, que poderia frear a recuperação ainda incipiente das exportações, e os desafios para retomar investimentos em infraestrutura decorrentes da Lava Jato.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

ESTIMATIVA PARA O DIA DAS MÃES

Vendas do varejo devem cair 6% no mês das mães, aponta Sincomercio

Presidente do Sincomércio, Guido Denippotti

De acordo com o Sincomércio (Sindicato Patronal do Comercio Varejista do Pontal do Paranapanema e Alta Paulista), o faturamento do varejo paulista em maio, mês do Dia das Mães, deve apresentar queda de 6% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Para a assessoria técnica da entidade, a queda no faturamento deve ser causada pelo cenário desfavorável ao consumo, resultado de taxas de juros elevadas, desemprego, queda da renda, pouca disposição para endividamento e aumento de restrições na oferta de crédito por parte dos bancos e financeiras.
Os presentes de valor mais elevado, como, por exemplo, eletrodomésticos e eletrônicos, devem perder espaço na lista dos mais vendidos neste Dia das Mães, dando lugar a itens mais baratos, que comprometam menos o orçamento e não exijam financiamento.
As vendas do segmento de lojas de vestuário e calçados costumam ser, entre os principais setores do varejo, as mais alavancadas pelo Dia das Mães.  Para se ter uma ideia, o mês de maio normalmente responde por 10% das receitas do setor no ano, ficando atrás apenas de dezembro. Entretanto, o Sincomércio  aponta que o faturamento dessas lojas deve recuar cerca de 17% este ano em comparação com o mesmo período de 2015.
Presentes estão mais caros
Apesar do movimento fraco do comércio e das seguidas quedas nas vendas, muitos itens comuns nas listas de presentes para as mães apresentam elevação de preços superior à inflação média acumulada em 12 meses até março último.
As maiores altas nos preços ficam por conta das joias (23,8%), computadores (16,2%), televisores (16,1%), bicicletas (14,6%), blusas (13,5%) e lingeries (11,7%).
Alternativas mais em conta
Alguns artigos que sempre marcam presença na lista de pais e filhos nesta data festiva, por outro lado, apresentaram altas de preço inferiores à inflação média. Com isso, aparecem como opções interessantes as sandálias (1,1%), os sapatos femininos (2,1%), as bolsas (6,6%), os perfumes (9%) e os artigos de maquiagem (9,5%). 
As bijuterias registraram queda de preços no mesmo período (-3,2%) e podem ser uma boa alternativa de compra para o consumidor, seguidas pelas flores naturais, que registraram aumento médio de preço de apenas 0,8%. 
Para o presidente do Sincomércio, Guido Denippotti, os números são preocupantes não apenas para o mês de maio. “Devemos atravessar um segundo semestre com mais problemas de caixa para a maioria das empresas, por conta das quedas nas vendas e juros elevados aliados com a alta carga tributaria. Como consequência, a tendência é haver demissão e aumento ainda maior do desemprego no setor”, previu.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

7 dicas para se tornar um empreendedor de sucesso

Empreender em um momento de crise parece algo bastante arriscado. No entanto, como sugere um tradicional provérbio chinês, crise e oportunidade podem ser faces da mesma moeda. Certamente, em uma fase em que o cenário econômico é pouco favorável, os cuidados devem ser redobrados, porém o sonho de investir no próprio negócio não pode sucumbir a uma situação pontual. “Já sobrevivi a outras crises econômicas e políticas tão ou mais severas quanto a que estamos vivenciando na atualidade. Foram tantos planos econômicos pelos quais passei nessa vida que já perdi a conta”, diverte-se Wilson Giustino, presidente do CEBRAC, o Centro Brasileiro de Cursos, rede de franquias especializada em educação profissionalizante.
Segundo o empresário, para alcançar o sucesso neste universo é preciso ter resiliência para enfrentar os desafios que a atividade impõe.  “Aos 20 anos resolvi abrir o meu primeiro negócio: uma fábrica de joias para fornecer produtos para comércios de familiares. Porém, por conta de um assalto, decidi mudar de rumo. Na época, o roubo me causou um prejuízo de cerca de R$ 1 milhão em peças e ouro”, relembra. “Nessa época, lá pela década de 1980, surgiu uma oportunidade para me tornar um vendedor de cursos de informática. Traumatizado, abracei a ideia, mas foi por conta desse emprego que o CEBRAC surgiu. O empreendedorismo sempre esteve dentro de mim”, conta com saudades.
Agora, Giustino dá 7 dicas para quem deseja empreender, mas ainda está inseguro com a decisão. Confira:
1 – Descubra se você realmente deseja ser seu próprio patrão
Para investir em seu próprio negócio é preciso, além de iniciativa, muita perseverança e não temer correr riscos. O empreendedorismo é uma chama que está dentro do indivíduo, mas precisa ser aperfeiçoada com capacitação e atualização constantes. Nesse sentido, aprender a planejar e desenvolver o espírito de liderança são condições sine qua non para o êxito. “Nem todos estão dispostos a se entregar integralmente a um projeto profissional e ser empresário exige essa postura, é quase um sacerdócio, principalmente quando se está iniciando. Sempre digo que também é possível canalizar estas habilidades para o mundo corporativo e galgar boas posições sem se tornar o próprio patrão”, aconselha. “Devido à crise, muitos estão encontrando no empreendedorismo uma opção do emprego. Este movimento pode ser bastante frustrante para aqueles que não são empreendedores de verdade”, complementa Giustino.
2 – Opte por um setor que esteja alinhado aos seus valores e gosto pessoal
Aqueles que montam uma empresa seguindo uma moda ou porque acreditam que é um segmento que apresenta retorno financeiro certo e rápido estão fadados ao fracasso. “Eu, por exemplo, escolhi a educação, pois amo o setor e acredito que a minha atividade pode transformar o mundo. Com uma educação de alto nível é possível modificar o destino de uma pessoa, é isto é realmente mágico”, explica.
3 – Estude
Antes de se estabelecer, estude o segmento, os concorrentes, avalie criteriosamente pontos comerciais e mapeie possíveis clientes. E se for optar por uma franquia, entenda a missão, valores e filosofia da marca, converse com franqueados e consumidores, a fim de checar a satisfação dos mesmos com a rede, e, sobretudo, observe detalhadamente os investimentos, taxas e tempo de retorno.
4 – Você não consegue nada sozinho
Tomada a decisão, saiba que 90% do seu sucesso é proveniente da escolha de uma equipe engajada e de uma rede de contatos realmente abrangente e eficaz.
5 - Paciência
Nem sempre o retorno financeiro é rápido. Portanto, antes de abrir a sua empresa, planeje-se. “Ter uma reserva financeira é essencial, afinal o empresário precisa sobreviver até que o novo projeto realmente engate”, alerta.
6 – Aposte em um diferencial
Para se tornar um player ou uma referência inspiradora, crie um diferencial e aposte nele. “O preço baixo pode conquistar um cliente, porém só a qualidade o encanta e o fideliza”, ressalta o presidente do CEBRAC.
7 – Não desista
O empresário, principalmente no Brasil, deve ser um forte e não desistir nas primeiras dificuldades ou pequenos fracassos. “Além dos percalços inerentes à atividade, a legislação e a carga tributária do País não são nada fáceis”, finaliza Giustino.
Arte na praça graças ao Sincomércio e SESC

O esforço do presidente do Sincomércio do Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, Guido Denipotti, em trazer o Circuito Sesc de Artes para Venceslau merece todos os elogios da comunidade venceslauense. A presença do Sincomércio na cidade vai além da representatividade junto à classe empresárial. Atende também aos anseios dos que gostam de cultura.
A sétima edição do Circuito Sesc, realizada anteontem na Praça Nicolino Rondó, revestiu-se de sucesso, não só pela presença do público infantil, mas, principalmente, pela oportunidade de se conferir apresentações artísticas até então restritas aos grandes centros.
O circuito, que reuniu apresentações de teatro, dança, circo e música, além de uma oficina de habilidades, foi encerrado com show do grupo Dê um Rolê, que mostrou repertório dos Novos Baianos, surgido nos anos 70 e que revelou para o Brasil Pepeu Gomes, Baby Consuelo, Moraes Moreira, principalmente.
É importante frisar também a participação do Sesc Thermas de Prudente para vinda do circuito, bem como o apoio do setor de Cultura da Prefeitura.
Os apreciadores da cultura agradecem.

Circuito SESC de Artes reúne bom público em Venceslau



Num domingo (17/04) de temperatura agradável, um bom público compareceu à praça Nicolino Rondó, em Presidente Venceslau, para prestigiar o Circuito SESC de Artes. As apresentações começaram por volta das 17h, com uma oficina de habilidade, onde as crianças aprenderam noções sobre o processo de confecção de bordados, a partir de textos e desenhos sugeridos pelo Clube do Bordado, de Bebedouro.
No mesmo espaço, o público pôde conferir exibição de curtas-metragens dirigidos pelo cineasta francês Georges Méliès, e ainda conferir acervo de livros ilustrados por uma dupla de mediadores de leituras individuais e compartilhadas.
No número de dança, a atração foi o Coletivo Líquida Ação, do Rio de Janeiro. Para mostrar a importância da água no nosso meio, o grupo utiliza-se de diversos baldes coloridos cheios de água, que vão passando de mão e mão, propondo um diálogo com o espectador sobre uso racional da água.
Na apresentação de circo, um casal de acrobata faz intervenções de muita técnica e poesia nos movimentos Paulo Maeda e Nathália Furlan, de São Paulo, conseguiram arrecar muitos aplausos do público por sua performance.
A apresentação que mais chamou atenção do público presente na praça foi o teatro musical do grupo Cia Carroça de Mamulengos, do Ceará. Com “Felinda”, o grupo retrata a história de Felinda, que saiu de casa para fugir com o circo. Na apresentação, além de números acrobáticos e de palhaços, música e dança entram em cena ao lado de bonecos reais e seres imagináveis.
O circuito foi encerrado com show do grupo Dê um Rolê, que cantou repertório dos Novos Baianos. O grupo surgiu em 2013 e é formado pelos músicos e cantores Anelis Assumpção, Márcia Castro, Ava Rocha (que é filha do cineasta Glauber Rocha), Curumim, Saulo Duarte, Webster Santos, Klaus Sena e Michele Abu.
O Circuito SESC de Artes é uma realização do SESC de São Paulo, com apoio do Sindicato do Comércio Varejista do Pontal do Paranapanema e Alta Paulista e Prefeitura Municipal.