segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Como fazer funcionários lentos trabalharem mais rápido

A produtividade da equipe é algo que interfere diretamente nos resultados de uma empresa. Quando as coisas são bem feitas e dentro dos prazos, os negócios prosperam. Caso contrário, os clientes tendem a ir embora. Mas o que fazer se você tem funcionários que são muito lentos? Isso pode ser mais comum do que você imagina. Por isso, Mike Michalowicz, autor do livro The Toilet Paper Entrepreneur, aponta quatro dicas para acelerar aquele trabalhador um pouco mais devagar.
 
Para conhecer melhor o autor das dicas abaixo, Michalowicz abriu seu primeiro negócio aos 24 anos. Fez dele uma empresa milionária. Depois fez isso de novo. E de novo. Ele construiu três empresas com faturamentos milionários. Hoje, é presidente da Obsidian Launch, especializada em otimizar a eficácia de websites, e colunista de pequenas empresas do The Wall Street Journal. Veja, a seguir, as quatro dicas.
1) Limite as opções
Em uma determinada tarefa, quanto menos opções você der a um funcionário, mais fácil ficará para ele tomar uma decisão. Mas não exagere. Dar apenas uma opção é muito ditatorial da sua parte e pode ter o efeito contrário. O funcionário pode agir até mais lentamente, como retaliação. Uma boa regra é dar três opções. Isso dará ao trabalhador a liberdade de escolha, o que é motivador, mas, ao mesmo tempo, deve originar uma decisão rápida.
2) Dê prazos intermediários
Se o projeto tem que ser entregue no final do mês, por exemplo, quebre esse prazo em quatro limites de datas anteriores. Peça para que o funcionário lhe entregue partes do projeto a cada semana, isso dará a ele a sensação de imediatismo, de que é preciso fazer algumas coisas antes do fim do mês. Isso costuma fazer as pessoas trabalharem mais rapidamente.
3) Deixe claras as suas expectativas
Quando o funcionário entende claramente o que se espera dele, costuma ficar mais confiante. Isso porque ele verá que você confia nas habilidades dele para executar aquele trabalho. Assim, vai tocar o projeto com rapidez.
4) Entenda os motivos
Você contratou uma pessoa que parecia ser ótima, mas ela está fazendo os trabalhos muito vagarosamente. Procure entender o motivo. Às vezes, o funcionário pode não render o suficiente se ele não tem todas as ferramentas necessárias para fazer determinada tarefa. Ou então ele pode não ter recebido as instruções adequadas. Entendendo a causa, fica mais fácil solucionar o problema.
(Blog do Comércio Varejista)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Indústria ensaia reação


O resultado recente da indústria brasileira confirmou o mau desempenho do setor na primeira metade do ano. A produção variou 0,2% em junho frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, mas ainda assim acumulou baixa de 3,8% no semestre. Em junho, em relação à igual mês de 2011, o setor aponta queda de 5,5%, décimo resultado negativo consecutivo neste tipo de comparação e o mais intenso desde setembro de 2009 (7,6%). Nos últimos 12 meses, a taxa recuou 2,3%, dando sequência à trajetória decrescente iniciada em outubro de 2010.

Na passagem mensal, 12 dos 27 ramos abordados apontaram avanço na produção, com destaque para os setores: outros equipamentos de transporte (12,5%); material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (8,0%); farmacêutico (8,6%) e de veículos automotores (3,0%). Por outro lado, as atividades que mais recuaram foram: borracha e plástico (-5,7%); indústrias extrativas (-2,2%); equipamentos de instrumentação médico-hospitalares, ópticos e outros (-10,9%); edição, impressão e reprodução de gravações (-2,6%); minerais não metálicos (-2,4%) e alimentos (-0,8%).

Apesar da sequência de resultados ruins, conforme mostra tabela abaixo, o avanço na margem em junho pode ser um sinal de que a indústria deve mostrar taxas de crescimento mais expressivas no segundo semestre deste ano e as Categorias de Uso trazem números animadores. Na série com ajuste sazonal, destaque para os Bens de Consumo Duráveis (4,8%), nitidamente influenciado pelo desempenho da indústria automotiva, beneficiada por medidas de incentivo no fim de maio.

Números da Anfavea, o sindicato dos fabricantes de veículos, mostram que a produção caiu 2,6% em junho ao passo que os licenciamentos aumentaram 22,9%, indicando que as montadoras mantiveram o foco na redução dos estoques, em situação critica desde a crise financeira de 2008. Nos próximos meses, espera-se que a prorrogação do IPI reduzido sobre os automóveis estimule a produção.
(Fecomércio)

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Calote das empresas tem maior alta no 1º semestre em três anos, diz Serasa



A inadimplência das empresas cresceu 16,5% no primeiro semestre de 2012, na comparação com igual período do ano anterior, segundo o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas divulgado nesta segunda-feira (30). O resultado representou a maior alta para os seis primeiros meses do ano desde 2009, quando houve um crescimento de 35,8% na inadimplência dos negócios.

A inadimplência das empresas também apresentou elevação na relação entre junho de 2012 e igual mês de 2011. O crescimento verificado foi de 11,4%, segundo a Serasa. Já na comparação de junho deste ano com o mês de maio, a inadimplência das empresas recuou 5,7%.

Ainda de acordo com a pesquisa, as dívidas não pagas junto aos bancos foram as que mais aumentaram no primeiro semestre de 2012: alta de 23,9% frente ao mesmo período de 2011, contribuindo com 4,7 pontos percentuais no crescimento da inadimplência. O volume de cheques devolvidos por falta de fundos avançou 3,7% no primeiro semestre de 2012.

Segundo os economistas da Serasa, as empresas estão passando por dificuldades como baixa geração de receitas, por causa da retração da atividade econômica do país, calotes do consumidor e de empresas clientes e a exportação mais difícil, como consequência dos principais mercados externos estarem com baixo crescimento ou recessão. "Esse extenso conjunto de fatores desfavoráveis para as empresas deve ser gradualmente dissipado, ante a expectativa de recuperação da atividade interna, a partir do último trimestre do ano."

segunda-feira, 23 de julho de 2012

6 problemas entre sócios que podem atrapalhar um negócio



A falta de empenho de um sócio ou a falta de comunicação entre sócios são problemas comuns quando uma pequena ou média empresa tem mais de um dono. Paulo Melchor, consultor jurídico do Sebrae-SP, diz que a maioria dos empresários começa uma sociedade entusiasmada, mas a escolha da parceria tem que ser feita com cuidado. “A convivência é muito grande e é preciso que eles entendam que passarão por dificuldades”, afirma.

Segundo Antônio Lage Terassovich, professor da FIA, o principal problema é quando a escolha do parceiro de negócio acontece por causa de uma amizade ou porque o outro é membro da família. “Alguns se arrependem porque depois percebem que o amigo não tem a atitude necessária para tocar o negócio”, conta. Ele recomenda que um sócio deve ser escolhido pelas competências que o empreendedor não tem.

Na prática, quando as discussões se tornam constantes, o negócio passa a ficar no segundo plano. “Algumas sociedades permanecem, mas já não existe paixão nenhuma pelo empreendimento. É como quando o casamento acaba, mas o casal fica pelos filhos”, explica Rubens Vinha Junior, professor de gestão de riscos da pós-graduação da FAAP.

Com a ajuda de especialistas Exame.com listou os principais problemas entre sócios que podem acabar com uma empresa.


1) Ausência de comunicação

Antes de ser tomada, qualquer decisão tem que ser analisada por todos os envolvidos no negócio, não é recomendável agir precipitadamente. “Às vezes, por confiar e achar que conhece bastante o outro, um sócio decide primeiro e deixa para falar depois”, explica Junior.

Neste caso, para evitar conflitos o diálogo constante é essencial. “Se você não escuta o seu sócio, a relação passa por questões de controle de poder. Tem que ter respeito e amizade”, afirma Terassovich.


2)Visão de negócios diferente

Para que uma sociedade seja bem resolvida é preciso que exista um alinhamento desde o começo. Segundo Terassovich, quando os empreendedores começam um negócio com visões diferentes como em relação a divisão de lucro, dos critérios que envolvem a empresa, até uma amizade pode chegar ao fim. “É fundamental que os sócios tenham a mesma visão: queremos lucro ou longevidade?”, diz.

E, quando há uma disparidade econômica entre os sócios, decisões que envolvem investimento financeiro, por exemplo, também podem resultar em discussões. “Quando uma quantia para uma parte é um mero investimento e para a outra é metade de seu patrimônio pessoal, isso pode acabar desmontando uma sociedade”, explica Junior.


3) Excesso de desconfiança

Para que o desgaste por conta do negócio seja evitado, é preciso persistência e confiança. Dificuldades financeiras acontecem, pois o retorno do negócio, em determinadas situações não chega no tempo planejado. “Um ficará cuidando da parte financeira mais que o outro, e é preciso ficar confortável com isso”, explica Junior.

Ao se deparar com problemas na empresa, reflita antes de acusar o sócio. “Não ataque a pessoa e sim o problema”, diz Terassovich.


4) Falta de engajamento

Se um sócio está na zona de conforto e não se esforça para que a empresa cresça, o outro pode se sentir sobrecarregado e desmotivado. “Se não tem empenho dos sócios, a empresa perde espaço no mercado e acaba entrando na rotina”, diz Junior.

Uma empresa precisa ser movida por paixão, se um gosta é do dinheiro do empreendimento, as chances dos envolvidos brigarem aumentam.



5) Cobrança excessiva

A dedicação ao negócio tem que ser igual. Quando uma parte sente que está dedicando mais que a outra, a cobrança não é uma solução. “Como os sócios são os donos do negócio e não há chefe para resolver a questão, às vezes é preciso do auxilio de uma terceira pessoa”, recomenda Terassovich.

Para ele, é preciso encarar o seu parceiro de negócio como um patrão e ao mesmo tempo como funcionário. É recomendável que a cobrança seja equilibrada, para que um não fique rotulado como “mandão” resultando em uma situação de conflito na empresa.


6) Não preparar um contrato

Um bom contrato prevê o que acontecerá com as partes caso a sociedade seja desfeita. Além de evitar discussões de quem adquiriu os equipamentos e quais bens ficarão com quem, por exemplo, o documento é uma proteção para as partes envolvidas e para a empresa. De acordo com Junior, essa atitude pode evitar uma briga judicial posterior.

(Blog do Comércio Varejista)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

7 atitudes que queimam a imagem do seu negócio

A reputação de uma empresa deve ser zelada diariamente. Clientes ou fornecedores associam pequenas atitudes com a marca do seu negócio. Empreendedores estão sujeitos a ter que lidar com vários problemas durante a rotina de trabalho, e isso não deve ser encarado de maneira pessimista.

"O importante, nesses casos, é sempre estar pronto para resolver os entraves o mais rápido possível, além de mostrar atitude profissional”, explica Marcelo Cherto, especialista em vendas.

Com a ajuda de especialistas, a EXAME.com listou sete atitudes que devem ser evitadas para que a imagem de seu negócio não seja prejudicada.


1) Não prometa se não conseguir cumprir

Esse é um dos erros mais comuns cometidos por empresas fornecedoras de serviços ou produtos. Apenas prometa o que você for capaz de cumprir, pois caso não saia como o esperado, a probabilidade do cliente associar a empresa com uma experiência ruim é grande.

“Isso faz com que a sua marca seja vista como não confiável, o que não é bom. Outro cuidado é sempre ser pontual, não apenas nas reuniões agendadas, como também na entrega dos produtos”, diz Cherto.


 
2) Não trate os clientes de forma diferente

A mesma regra deve valer para todos os clientes de sua empresa. “Uma vez fui à uma padaria e o cliente que passou as compras na minha frente foi muito melhor atendido do que eu, que comprei apenas um chiclete. Nunca mais voltei ao estabelecimento porque não gostei da atitude do dono", conta Rafael D'Andrea, professor de Marketing do Insper.


De acordo com a professora, o recomendável é evitar que um cliente receba uma resposta ou tratamento diferenciado, principalmente na presença de outro freguês.


 
3) Assuma a responsabilidade dos erros

Não é recomendável passar o problema para o cliente quando ele for procurar por sua ajuda. “Mesmo que a culpa não seja sua, sempre tente resolver o impasse que o freguês traz até a sua empresa. De nada adianta você jogar a culpa e a responsabilidade em cima do cliente ou até mesmo da assistência técnica, por exemplo. Saiba que resolver a dor de cabeça prontamente fará com que você ganhe um seguidor fiel”, ressalta Cherto.


 
4) Cuidado com a ousadia

Ter boas ideias faz com que a sua marca viva momentos diferentes ao longo de sua história. Mas sempre fique atento ao que vai propor ao público. Ousadia demais pode ser interpretada de uma maneira ruim pelos clientes. “Preste atenção em frases que podem parecer engraçadas, mas que soam de forma preconceituosa”, recomenda D'Andrea.


 
5) Tome cuidado com o SAC

Tenha essa ferramenta apenas se você der importância a ela – e se puder atender a todas as solicitações feitas por intermédio do SAC. “Muitas vezes o cliente faz uma reclamação ou um pedido através do serviço de atendimento ao cliente e jamais recebe um retorno. Isso passa a imagem de desleixo, o que não é bom para a sua empresa”, indica Cherto.



6) Preste atenção às redes sociais

As redes sociais podem ajudar a construir a imagem da sua empresa, mas se não forem administradas de forma correta, podem destruir uma marca. “Tudo que é postado é público, e a dimensão que os comentários pode tomar é gigante. Por isso, sempre monitore as redes sociais e responda as reclamações e dúvidas prontamente. Assim, você fortalece a imagem de boa empresa e mostra consistência ao cliente”, avalia Cherto.

Mas não tome cuidado apenas com o seu perfil profissional. É recomendável que o empreendedor se atente ao perfil pessoal nas redes sociais também. “É preciso tomar cuidado, principalmente, com as fotos postadas. A imagem que você passa ao cliente é essencial. Lembre-se de que parte do que conhecem sobre a sua empresa é construído pelo trabalho da marca, e a outra parte vem da reputação que ela tem no mercado”, ressalta D'Andrea.


 
7) Fique atento ao Serasa

O último cuidado que o empreendedor deve tomar para que a empresa sempre seja vista de forma positiva, é estar atento ao Serasa. “Às vezes, o seu nome perde o crédito e vai para protesto sem que você se dê conta. Basta se esquecer de pagar qualquer conta pessoal que isso pode virar um transtorno. Como o seu nome está associado ao da empresa, isso pode atrapalhar a imagem construída quando alguém resolve fazer uma simples pesquisa sobre a marca”, recomenda D'Andrea.
 
(Blog do Comércio Varejista)

terça-feira, 10 de julho de 2012

Restituição do IR deve reaquecer a economia

A Receita Federal liberou nesta terça-feira (10/7) consulta ao 2º lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2012. Preocupado com o lento ritmo de crescimento da economia brasileira, o governo irá liberar na próxima segunda-feira (16 de julho) o maior lote de restituição da história, no montante de R$ 2,6 bilhões.
A ação faz parte de uma série de medidas que o governo vem adotando para tentar reaquecer a economia, em trajetória cadente desde o início de 2010, conforme gráfico. No primeiro trimestre deste ano, o PIB cresceu apenas 0,8% ante igual período do ano anterior e as projeções para o ano continuam recuando. No Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central esta semana, o mercado derrubou para 2,01% a taxa de expansão (nona redução consecutiva).



A injeção deve ter algum efeito sobre a economia, possivelmente no consumo. O dinheiro extra também servirá para quitar dívidas e elevar a capacidade de endividamento.
Para o exercício de 2012, serão creditadas restituições para um total de 2.433.190 contribuintes acrescidos da taxa Selic de 2,38% (maio de 2012 a julho de 2012). Simultaneamente ao exercício de 2012 serão liberados os residuais do exercício 2011, 2010, 2009 e 2008 para um total de 2.465.087 contribuintes.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita (www.receita.fazenda.gov.br) ou ligar para o Receitafone 146. A restituição ficará disponível no banco durante um ano e, caso o contribuinte não faça o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF.
Abaixo, link do passo a passo como cadastrar no portal e-CAC.
http://www.receita.fazenda.gov.br/Publico/e-CAC/Passo-a-Passocodigodeacesso.pdf


Fonte: Fecomércio

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Tecnologia à serviço do contribuinte



Os smartphones e tablets possuem uma capacidade enorme de interação. Agora ele também pode ser usado como uma importante ferramenta tecnológica a favor do contribuinte brasileiro. Recentemente, a Receita Federal do Brasil, através do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), disponibilizou o aplicativo denominado “Pessoa Física”.
O software gratuito tem versões para iOS (iPhone, iPad e iPod) e dispositivos com Android. O aplicativo permite que o usuário verifique o estado de sua restituição do imposto de renda na tela do celular. Para isso, basta inserir o número do CPF e selecionar no menu o ano ao qual a busca se refere. Também é possível verificar a situação do contribuinte no Cadastro de Pessoas Físicas. Para essas funções, porém, é preciso que o equipamento esteja conectado à internet.
Links para o aplicativo:
Sistema iOS
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Sistema Android
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