terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Vendas do varejo na região crescem 3,9% em setembro, aponta Sincomércio


Em setembro, o comércio varejista da região de Presidente Prudente registrou um faturamento de R$ 744 milhões, o que representa 3,9% de crescimento em relação ao mesmo período de 2016. Embora o resultado seja positivo, região teve o pior desempenho do Estado de São Paulo. No acumulado do ano, a elevação foi de 2,8%, e nos últimos 12 meses, alta de 2,6% nas vendas.
Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pelo Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista, com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).
Entre as nove atividades analisadas, três sofreram queda no faturamento em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2016: os segmentos de autopeças e acessórios (-10%), que impactou negativamente com 0,2 ponto porcentual (p.p.) para o resultado; lojas de móveis e decoração (-2,6%), com 0,1 p.p. negativo; e materiais de construção (-0,3%), mas de impacto nulo no resultado geral do varejo.
Os destaques positivos ficaram por conta dos segmentos de farmácias e perfumarias (crescimento de 14,1%); supermercados (3%); e outras atividades (3,2%). Juntas, as três atividades colaboraram com 3,2 p.p. para a melhoria do desempenho do comércio varejista da região em setembro.
De acordo com o presidente do Sincomércio, Guido Denippotti, com o resultado de setembro, foi registrada a sétima elevação consecutiva das vendas. “O comércio da região cresce sobre uma base alta e a maioria das atividades no positivo, o que mostra a consolidação do crescimento do varejo na região”, afirmou.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

13º deve injetar até R$ 10,3 milhões
 na economia Presidente Epitácio

O décimo terceiro salário dos trabalhadores formais em Presidente Epitácio deve injetar até 10,3 milhões na economia local neste final de 2017.
O estudo, que é inédito, foi realizado pelo Sincomercio Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, em parceria com a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), tem como base os dados da Relação Anual de Informações sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Para o Sincomércio, a injeção monetária do 13º é um alento aos consumidores e empresários, principalmente em períodos de reação econômica, como o atual. “O benefício favorece consumidores a regularizarem dívidas, em atraso ou não, e a retomar o consumo. Além disso, o 13°é o responsável pelo Natal ser a principal data especial do varejo. Ele faz, normalmente, o comércio varejista vender até 30% a mais em dezembro do que a média dos outros meses, garantindo maior giro de caixa e, também, de estoques, algo essencial em todos os momentos, mas principalmente após um período de retração", destaca o presidente do Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista, Guido Denippotti.
O montante aplicado pelo 13º em toda base atendida pelo Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista ultrapassa  o montante de R$ 63,1 milhões, que deverá circular no nosso comércio, trazendo melhores perspectivas para empresários da região”, afirma Denippotti.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Adiar a votação é um retrocesso para a economia brasileira, diz Sincomercio

 O Sincomercio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista é favorável à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n.° 287/2016, que prevê a Reforma da Previdência Social, como forma de garantir a sustentabilidade do sistema no longo prazo. O aumento da expectativa de vida da população brasileira e a queda na taxa de natalidade, aliada ao crescente déficit na conta da Previdência, tornam a reforma necessária e urgente para garantir a sustentabilidade do sistema para os futuros aposentados. O destino do sistema previdenciário brasileiro deve ser a preocupação de todos.
Para a entidade, adiar a votação da Reforma da Previdência é um retrocesso para a economia brasileira, empurrando o problema para frente, uma vez que, com o envelhecimento da população brasileira, as aposentadorias futuras poderão ficar comprometidas. A aprovação da reforma, ainda que de forma parcial, é indispensável e urgente para que possa ser implantada de forma gradual, garantindo o equilíbrio do sistema para gerações presentes e futuras.
 Recentemente, o governo anunciou uma redução do texto inicial da proposta, considerando apenas o estabelecimento de idade mínima e a regra de transição, equiparação entre o regime dos servidores públicos (regime próprio) e dos segurados da iniciativa privada (regime geral) e a retirada da incidência da Desvinculação das Receitas da União (DRU) das receitas previdenciárias.
 Além disso, a nova proposta prevê a redução do tempo mínimo de contribuição para aposentadoria no regime geral para 15 anos, com o recebimento de 60% da média dos salários de contribuição, sendo que para o recebimento integral serão necessários 40 anos de contribuição. Para o regime próprio (servidor público), será mantido o tempo mínimo de contribuição da proposta original, 25 anos, com o recebimento de 70% da média dos salários. As idades mínimas para concessão da aposentadoria em ambos os regimes foram mantidas - 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens.
 Entre as novas medidas anunciadas, o Sincomercio entende que a mais relevante é a exclusão das contribuições sociais destinadas à seguridade social da DRU. A DRU foi criada em 1994 para ser transitória, sendo prorrogada por diversas vezes, e atualmente desvincula 30% das contribuições sociais, tais como Cofins e CSLL, que deveriam ser cem por cento destinadas ao custeio da seguridade social, cuja vigência se estenderá até 31 de dezembro de 2023, gerando efeitos negativos nas contas da Previdência Social.
 A entidade ressalta que, em 2015, enquanto a Previdência Social registrou um déficit de R$ 85,8 bilhões, o total da DRU foi de R$ 58,6 bilhões. Em 2016, o déficit nas contas da Previdência foi de R$ 149,7 bilhões, enquanto foram desvinculados R$ 83,6 bilhões pela DRU.  Apesar de tais valores serem destinados à Previdência Social, à assistência social e à saúde, mesmo considerando a distribuição de um terço do valor arrecadado, o restabelecimento do valor integralmente arrecadado iria minimizar consideravelmente o déficit da Previdência.
 Por isso, o Sincomercio acredita que é importante que as contribuições destinadas à seguridade social sejam excluídas da regra prevista no art. 76 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), assim como ocorria com a contribuição social do salário-educação (§ 2º, art. 76, ADCT), como forma de reduzir os déficits que a Previdência vem sofrendo nos últimos anos.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

13º deve injetar até R$ 3,9 milhões na economia de Tupi Paulista

O décimo terceiro salário dos trabalhadores formais em Tupi Paulista deve injetar até 3,9 milhões na economia local neste final de 2017.
O estudo, que é inédito, foi realizado pelo Sincomercio Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, em parceria com a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), tem como base os dados da Relação Anual de Informações sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Para o Sincomércio, a injeção monetária do 13º é um alento aos consumidores e empresários, principalmente em períodos de reação econômica, como o atual. “O benefício favorece consumidores a regularizarem dívidas, em atraso ou não, e a retomar o consumo. Além disso, o 13°é o responsável pelo Natal ser a principal data especial do varejo. Ele faz, normalmente, o comércio varejista vender até 30% a mais em dezembro do que a média dos outros meses, garantindo maior giro de caixa e, também, de estoques, algo essencial em todos os momentos, mas principalmente após um período de retração", destaca o presidente do Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista, Guido Denippotti.

O montante aplicado pelo 13º em toda base atendida pelo Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista ultrapassa  o montante de R$ 63,1 milhões, que deverá circular no nosso comércio, trazendo melhores perspectivas para empresários da região”, afirma Denippotti.
13º deve injetar até R$ 10,8 milhões na economia de Presidente Venceslau

Olho – Estudo inédito realizado pelo Sincomercio Pontal do Paranapanema/Alta Paulista, em parceria com a  FecomercioSP, aponta que benefício é importante para consumidores e empresários, principalmente em momentos de reação econômica

O décimo terceiro salário dos trabalhadores formais de Presidente Venceslau deve injetar até R$ 10,8 milhões na economia local neste final de 2017.
O estudo, que é inédito, foi realizado pelo Sincomercio Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, em parceria com a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), tem como base os dados da Relação Anual de Informações sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Para o Sincomércio, a injeção monetária do 13º é um alento aos consumidores e empresários, principalmente em períodos de reação econômica, como o atual. “O benefício favorece consumidores a regularizarem dívidas, em atraso ou não, e a retomar o consumo. Além disso, o 13°é o responsável pelo Natal ser a principal data especial do varejo. Ele faz, normalmente, o comércio varejista vender até 30% a mais em dezembro do que a média dos outros meses, garantindo maior giro de caixa e, também, de estoques, algo essencial em todos os momentos, mas principalmente após um período de retração", destaca o presidente do Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista, Guido Denippotti.
O montante aplicado pelo 13º em toda base atendida pelo Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista ultrapassa  o montante de R$ 63,1 milhões, que deverá circular no nosso comércio, trazendo melhores perspectivas para empresários da região”, afirma Denippotti.


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

REUNIÃO EM TUPI PAULISTA

Guido aborda REPIS e reforma trabalhista em Tupi Paulista


Na sexta-feira, 01/12, o presidente do Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista, Guido Denippotti, esteve em Tupi Paulista para um encontro com empresários do município.
A convite da presidente da Associação Comercial e Empresarial de Tupi Paulista, Terezinha Matos, Guido tratou de dois assuntos importantes para a classe empresarial: as Cláusulas Adesivas e a Reforma Trabalhista, além de prestar informações sobre horário especial do comércio.
Sobre as Cláusulas Adesivas, Guido destacou que a adesão atende às micro e pequenas empresas, incluindo também às MEIs (Micro Empreendedor Individual), com a finalidade de dar tratamento diferenciado previsto na Lei Complementar nº 123/6. Entre as Cláusulas Adesivas, Guido tratou especificamente sobre o REPIS, que permite instituir valores diferenciados nos pisos salariais. Na prática, as empresas que aderirem ao REPIS poderão conceder valores de pisos salariais diferenciados, inferiores aos pagos pelas demais empresas.
Sobre a Reforma Trabalhista, Guido explanou os principais pontos, como prevalência do negociado sobre o legislado, o trabalho intermitente, entre outros. Ele orientou para que os empresários continuem fazendo homologação das demissões, tendo em vista que a convenção coletiva continua valendo.
Guido ressaltou ainda que continua em negociação com o sindicato da categoria daquela região para elaborar uma nova convenção, com a instalação da Câmara de Conciliação.
A reunião foi realizada na sede da Associação Comercial de Tupi Paulista, município pertencente à base do Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista.