sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
Vendas do varejo na região crescem
3,9% em setembro, aponta Sincomércio
Em setembro, o comércio varejista da região de Presidente
Prudente registrou um faturamento de R$ 744 milhões, o que representa 3,9% de
crescimento em relação ao mesmo período de 2016. Embora o resultado seja
positivo, região teve o pior desempenho do Estado de São Paulo. No acumulado do
ano, a elevação foi de 2,8%, e nos últimos 12 meses, alta de 2,6% nas vendas.
Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no
Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pelo Sincomércio do Pontal do
Paranapanema/Alta Paulista, com base em informações da Secretaria da Fazenda do
Estado de São Paulo (Sefaz-SP).
Entre as nove atividades analisadas, três sofreram queda no
faturamento em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2016: os segmentos de
autopeças e acessórios (-10%), que impactou negativamente com 0,2 ponto
porcentual (p.p.) para o resultado; lojas de móveis e decoração (-2,6%), com
0,1 p.p. negativo; e materiais de construção (-0,3%), mas de impacto nulo no
resultado geral do varejo.
Os destaques positivos ficaram por conta dos segmentos de
farmácias e perfumarias (crescimento de 14,1%); supermercados (3%); e outras
atividades (3,2%). Juntas, as três atividades colaboraram com 3,2 p.p. para a
melhoria do desempenho do comércio varejista da região em setembro.
De acordo com o presidente do Sincomércio, Guido Denippotti,
com o resultado de setembro, foi registrada a sétima elevação consecutiva das
vendas. “O comércio da região cresce sobre uma base alta e a maioria das
atividades no positivo, o que mostra a consolidação do crescimento do varejo na
região”, afirmou.
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
13º deve injetar até R$ 10,3 milhões
na economia Presidente Epitácio
O décimo
terceiro salário dos trabalhadores formais em Presidente Epitácio deve injetar
até 10,3 milhões na economia local neste final de 2017.
O estudo,
que é inédito, foi realizado pelo Sincomercio Pontal do Paranapanema e Alta
Paulista, em parceria com a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens,
Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), tem como base os dados da Relação
Anual de Informações sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados (Caged).
Para o
Sincomércio, a injeção monetária do 13º é um alento aos consumidores e
empresários, principalmente em períodos de reação econômica, como o atual. “O
benefício favorece consumidores a regularizarem dívidas, em atraso ou não, e a
retomar o consumo. Além disso, o 13°é o responsável pelo Natal ser a principal
data especial do varejo. Ele faz, normalmente, o comércio varejista vender até
30% a mais em dezembro do que a média dos outros meses, garantindo maior giro
de caixa e, também, de estoques, algo essencial em todos os momentos, mas
principalmente após um período de retração", destaca o presidente do
Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista, Guido Denippotti.
O montante
aplicado pelo 13º em toda base atendida pelo Sincomércio do Pontal do
Paranapanema/Alta Paulista ultrapassa o
montante de R$ 63,1 milhões, que deverá circular no nosso comércio, trazendo
melhores perspectivas para empresários da região”, afirma Denippotti.
REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Adiar a votação é um
retrocesso para a economia brasileira, diz Sincomercio
O Sincomercio do
Pontal do Paranapanema/Alta Paulista é favorável à Proposta de Emenda
Constitucional (PEC) n.° 287/2016, que prevê a Reforma da Previdência Social,
como forma de garantir a sustentabilidade do sistema no longo prazo. O aumento
da expectativa de vida da população brasileira e a queda na taxa de natalidade,
aliada ao crescente déficit na conta da Previdência, tornam a reforma
necessária e urgente para garantir a sustentabilidade do sistema para os
futuros aposentados. O destino do sistema previdenciário brasileiro deve ser a
preocupação de todos.
Para a entidade, adiar a votação da Reforma da Previdência é
um retrocesso para a economia brasileira, empurrando o problema para frente,
uma vez que, com o envelhecimento da população brasileira, as aposentadorias
futuras poderão ficar comprometidas. A aprovação da reforma, ainda que de forma
parcial, é indispensável e urgente para que possa ser implantada de forma
gradual, garantindo o equilíbrio do sistema para gerações presentes e futuras.
Recentemente, o
governo anunciou uma redução do texto inicial da proposta, considerando apenas
o estabelecimento de idade mínima e a regra de transição, equiparação entre o
regime dos servidores públicos (regime próprio) e dos segurados da iniciativa
privada (regime geral) e a retirada da incidência da Desvinculação das Receitas
da União (DRU) das receitas previdenciárias.
Além disso, a nova
proposta prevê a redução do tempo mínimo de contribuição para aposentadoria no
regime geral para 15 anos, com o recebimento de 60% da média dos salários de
contribuição, sendo que para o recebimento integral serão necessários 40 anos
de contribuição. Para o regime próprio (servidor público), será mantido o tempo
mínimo de contribuição da proposta original, 25 anos, com o recebimento de 70%
da média dos salários. As idades mínimas para concessão da aposentadoria em
ambos os regimes foram mantidas - 62 anos para as mulheres e 65 anos para os
homens.
Entre as novas medidas
anunciadas, o Sincomercio entende que a mais relevante é a exclusão das
contribuições sociais destinadas à seguridade social da DRU. A DRU foi criada
em 1994 para ser transitória, sendo prorrogada por diversas vezes, e atualmente
desvincula 30% das contribuições sociais, tais como Cofins e CSLL, que deveriam
ser cem por cento destinadas ao custeio da seguridade social, cuja vigência se
estenderá até 31 de dezembro de 2023, gerando efeitos negativos nas contas da Previdência
Social.
A entidade ressalta
que, em 2015, enquanto a Previdência Social registrou um déficit de R$ 85,8
bilhões, o total da DRU foi de R$ 58,6 bilhões. Em 2016, o déficit nas contas
da Previdência foi de R$ 149,7 bilhões, enquanto foram desvinculados R$ 83,6
bilhões pela DRU. Apesar de tais valores
serem destinados à Previdência Social, à assistência social e à saúde, mesmo
considerando a distribuição de um terço do valor arrecadado, o restabelecimento
do valor integralmente arrecadado iria minimizar consideravelmente o déficit da
Previdência.
Por isso, o
Sincomercio acredita que é importante que as contribuições destinadas à
seguridade social sejam excluídas da regra prevista no art. 76 ao Ato das
Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), assim como ocorria com a
contribuição social do salário-educação (§ 2º, art. 76, ADCT), como forma de
reduzir os déficits que a Previdência vem sofrendo nos últimos anos.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
13º deve injetar até R$ 3,9 milhões
na economia de Tupi Paulista
O décimo
terceiro salário dos trabalhadores formais em Tupi Paulista deve injetar até
3,9 milhões na economia local neste final de 2017.
O estudo,
que é inédito, foi realizado pelo Sincomercio Pontal do Paranapanema e Alta
Paulista, em parceria com a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens,
Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), tem como base os dados da Relação
Anual de Informações sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados (Caged).
Para o
Sincomércio, a injeção monetária do 13º é um alento aos consumidores e
empresários, principalmente em períodos de reação econômica, como o atual. “O
benefício favorece consumidores a regularizarem dívidas, em atraso ou não, e a
retomar o consumo. Além disso, o 13°é o responsável pelo Natal ser a principal
data especial do varejo. Ele faz, normalmente, o comércio varejista vender até
30% a mais em dezembro do que a média dos outros meses, garantindo maior giro
de caixa e, também, de estoques, algo essencial em todos os momentos, mas
principalmente após um período de retração", destaca o presidente do
Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista, Guido Denippotti.
O montante
aplicado pelo 13º em toda base atendida pelo Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta
Paulista ultrapassa o montante de R$
63,1 milhões, que deverá circular no nosso comércio, trazendo melhores
perspectivas para empresários da região”, afirma Denippotti.
13º deve injetar até R$ 10,8 milhões
na economia de Presidente Venceslau
Olho – Estudo inédito realizado pelo Sincomercio Pontal do
Paranapanema/Alta Paulista, em parceria com a
FecomercioSP, aponta que benefício é importante para consumidores e
empresários, principalmente em momentos de reação econômica
O décimo terceiro salário dos trabalhadores formais de
Presidente Venceslau deve injetar até R$ 10,8 milhões na economia local neste
final de 2017.
O estudo, que é inédito, foi realizado pelo Sincomercio
Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, em parceria com a FecomercioSP
(Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), tem
como base os dados da Relação Anual de Informações sociais (Rais) e do Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Para o Sincomércio, a injeção monetária do 13º é um alento
aos consumidores e empresários, principalmente em períodos de reação econômica,
como o atual. “O benefício favorece consumidores a regularizarem dívidas, em
atraso ou não, e a retomar o consumo. Além disso, o 13°é o responsável pelo
Natal ser a principal data especial do varejo. Ele faz, normalmente, o comércio
varejista vender até 30% a mais em dezembro do que a média dos outros meses,
garantindo maior giro de caixa e, também, de estoques, algo essencial em todos
os momentos, mas principalmente após um período de retração", destaca o
presidente do Sincomércio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista, Guido
Denippotti.
O montante aplicado pelo 13º em toda base atendida pelo Sincomércio
do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista ultrapassa o montante de R$ 63,1 milhões, que deverá circular
no nosso comércio, trazendo melhores perspectivas para empresários da região”,
afirma Denippotti.
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
REUNIÃO EM TUPI PAULISTA
Guido aborda REPIS e reforma
trabalhista em Tupi Paulista
Na sexta-feira, 01/12, o presidente do Sincomércio do Pontal
do Paranapanema/Alta Paulista, Guido Denippotti, esteve em Tupi Paulista para
um encontro com empresários do município.
A convite da presidente da Associação Comercial e Empresarial
de Tupi Paulista, Terezinha Matos, Guido tratou de dois assuntos importantes
para a classe empresarial: as Cláusulas Adesivas e a Reforma Trabalhista, além
de prestar informações sobre horário especial do comércio.
Sobre as Cláusulas Adesivas, Guido destacou que a adesão
atende às micro e pequenas empresas, incluindo também às MEIs (Micro
Empreendedor Individual), com a finalidade de dar tratamento diferenciado
previsto na Lei Complementar nº 123/6. Entre as Cláusulas Adesivas, Guido
tratou especificamente sobre o REPIS, que permite instituir valores
diferenciados nos pisos salariais. Na prática, as empresas que aderirem ao
REPIS poderão conceder valores de pisos salariais diferenciados, inferiores aos
pagos pelas demais empresas.
Sobre a Reforma Trabalhista, Guido explanou os principais
pontos, como prevalência do negociado sobre o legislado, o trabalho
intermitente, entre outros. Ele orientou para que os empresários continuem
fazendo homologação das demissões, tendo em vista que a convenção coletiva
continua valendo.
Guido ressaltou ainda que continua em negociação com o
sindicato da categoria daquela região para elaborar uma nova convenção, com a
instalação da Câmara de Conciliação.
A reunião foi realizada na sede da Associação Comercial de
Tupi Paulista, município pertencente à base do Sincomércio do Pontal do
Paranapanema/Alta Paulista.
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