sexta-feira, 14 de julho de 2017

REFORMA TRABALHISTA

Brasil faz sua maior modernização nas relações de trabalho da história, afirmam entidades 


O Sincomercio do Pontal do Paranapanema/Alta Paulista e a Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), por meio do seu Conselho de Emprego e Relações do Trabalho, comemoram a aprovação da reforma trabalhista pelo Senado Federal, na última terça-feira, 11.
Segundo as entidades, o País dá um passo definitivo para modernizar as leis trabalhistas e demonstra para o mundo que tem capacidade de melhorar o ambiente de negócios mesmo em meio à instabilidade política atual.
Para as duas entidades, que encabeçaram  uma campanha em prol da modernização das regras laborais, as mudanças colocarão o País no rumo da retomada do crescimento econômico e ao futuro sustentável das relações entre patrões e empregados.
"A lei, sozinha, não garante empregos. Entretanto, permite que o ambiente de trabalho se torne mais atrativo e sustentável para todos. Com leis claras e existindo respeito ao pactuado, a oferta de emprego existirá. A jornada parcial tratada no projeto é adequada e pretendida por considerável parcela de empregados em busca de recolocação, e, ao mesmo tempo, para empresas que não podem (e até que não necessitam) contar com o empregado em jornada integral, resultando em competitividade e, consequentemente, em expansão", afirmou o presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da Federação, José Pastore.
Para o presidente do Sincomercio do Pontal, Guido Denippotti, o avanço nas relações trabalhistas tiveram uma transformação fantástica, garantindo os direitos dos trabalhadores e dando segurança jurídica ao empresariado.
Outro ponto positivo da reforma, na visão das entidades, consiste na possibilidade da formalização de postos de trabalhos que hoje estão à margem da legalidade, o que é extremamente positivo para o Brasil. "Na realidade atual, vemos muita gente na informalidade, pois sua forma de trabalho não pode ser enquadrada na Lei Trabalhista. O que se busca é a inclusão desses trabalhadores para que tenham seus diretos garantidos e para que as empresas tenham segurança jurídica para contratar novas modalidades de trabalho conforme sua necessidade de mercado. A formalização é boa para todos, inclusive para o governo, que passará a recolher mais impostos desses trabalhadores que antes viviam na informalidade", afirma Pastore. Para ele, a aprovação do texto acaba com o mito da perda de direitos trabalhistas, pois não apenas esclarece as "regras do jogo", como amplia sua capilaridade às atividades antes clandestinas.
Confira as principais mudanças;
Férias
A reforma trabalhista permite parcelamento de férias. O fracionamento do período de descanso, que poderá ser negociado por meio de convenção ou acordo coletivo, trará benefícios tanto para as empresas quanto para os trabalhadores. As companhias terão mais facilidade para se reorganizarem em relação à gestão de suas atividades, e os empregados, por sua vez, terão mais flexibilidade para aproveitar os períodos de descanso em diferentes épocas do ano, podendo ainda conciliar as datas com a agenda de outros integrantes da família e amigos, além de respeitar a sua disponibilidade financeira.
Jornada de trabalho
A jornada de trabalho também pode, a partir de agora, ser decidida via negociação, permitindo a flexibilização dos horários para que atendam melhor tanto à gestão da produtividade dos trabalhadores, por parte das empresas, quanto aos interesses pessoais dos empregados - observados os limites constitucionais.
Novas modalidades
A legislação vigente até a aprovação da reforma trabalhista não contemplava a modalidade de trabalho intermitente. A nova regra permite que o trabalhador possa ser pago por período trabalhado, recebendo pelas horas ou diária e tenha direito a férias, FGTS, recolhimento previdenciário e décimo terceiro salário proporcionais. No contrato deverá estar estabelecido o valor da hora de trabalho, que não pode ser inferior ao valor horário do salário mínimo ou ao pago a demais empregados que exerçam a mesma função. O empregado deverá ser convocado com, no mínimo, três dias corridos de antecedência. No período de inatividade, pode prestar serviços a outros contratantes.
Trabalho intermitente
 Atividade com descontinuidade ou intensidade variável, em que as partes poderão acordar que a prestação de trabalho seja intercalada por um ou mais períodos de inatividade, cuja definição é aquela que o empregado não está trabalhando nem à disposição do empregador.
O texto também regulamenta o trabalho remoto (home office), prevendo que não há distinção entre o trabalho realizado na empresa, no domicílio do empregado ou a distância, ou seja, em qualquer lugar fora da empresa, desde que a atividade possa ser controlada por meios eletrônicos e informatizados.
Teletrabalho
Nos termos do projeto, "considera-se teletrabalho a prestação de serviços preponderantemente fora das dependências do empregador, com a utilização de tecnologias de informação e de comunicação que, por sua natureza, não se constituam como trabalho externo".
Jornada de 12×36 horas
O projeto estabelece a possibilidade de jornada de 12 horas de trabalho com 36 horas de descanso. Segundo o relator, a jornada 12×36 favorece o trabalhador, já que soma 176 horas de trabalho por mês, enquanto a jornada de 44 horas soma 196 horas.
Regime parcial
O parecer do relator estabelece que trabalho em regime de tempo parcial é de até 30 horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares por semana, ou de 26 horas por semana - nesse caso, com a possibilidade de 6 (seis) horas extras semanais. As horas extras serão pagas com o acréscimo de 50% sobre o salário-hora normal. Atualmente, trabalho em regime de tempo parcial é aquele que tem duração máxima de 25 horas semanais, e a hora extra é vedada.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

EMPREGO

Comércio varejista do Pontal 
fecha 22 postos de trabalho em abril

Conforme pesquisa realizada pelo Sincomércio do Pontal/Alta Paulista, o comércio varejista da região atendida pela entidade fechou 22 postos de trabalho formal em abril.
O saldo negativo é resultado de 121 admissões e 143 desligamentos.
Com isso, 225 vagas foram eliminadas no acumulado dos últimos doze meses, contabilizando saldo de 1.797 admissões e 2.022 desligamentos.
O varejo do Pontal do Paranapanema encerrou o mês com 5.424 trabalhadores ativos, sendo o setor de supermercados e de outras atividades os que mais empregam.
Em abril, cinco dos nove setores analisados fecharam vagas formais, com destaque para lojas de vestuário, tecidos e calçados. No acumulado de maio de 2016 a abril de 2017, em termos absolutos, a redução do mercado de trabalho do comércio varejista da região afetou mais fortemente as duas atividades que mais empregam: outras atividades e supermercados. No ano, são 170 postos celetistas a menos no varejo do Alto do Paranapanema.
Avaliando a movimentação da mão de obra, apenas os varejos de dois entre os 10 municípios da base de representação do Sincomércio do Pontal/Alta Paulista apresentaram saldo positivo em abril: Euclides da Cunha Paulista, com abertura de 3 vagas, e Teodoro Sampaio, com abertura de 2 vagas.
Em abril, o comércio venceslauense desempregou 14 funcionários. Em seguida, aparece Presidente Epitácio, que eliminou 10 vagas no mesmo mês.
Em relação às atividades, conforme a pesquisa, apenas o setor de farmácia e perfumaria apresentou saldo positivo de vagas.
No acumulado dos últimos doze meses, a pesquisa apontou que apenas o varejo das cidades de Caiuá e Piquerobi geraram novas vagas.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

EMPREGOS

Em março, comércio varejista fechou 33 postos

de trabalho na região do Pontal

Conforme levantamento feito pelo Sincomércio Pontal/Alta Paulista, no mês de março último foram fechados 33 postos de trabalho no comércio varejista do Pontal do Paranapanema.
Segundo o Sincomércio, o saldo negativo é resultado de 171 admissões e 204 desligamentos. Com isso, 229 vagas foram eliminadas no acumulado dos últimos doze meses, contabilizando saldo de 1.841 admissões e 2.070 desligamentos.
O apontamento mostra que varejo do Pontal do Paranapanema encerrou o mês com 5.446 trabalhadores ativos, sendo o setor de supermercados e de outras atividades os que mais empregam.
Em março, seis dos nove setores analisados fecharam vagas formais, com destaque para os supermercados. No acumulado de abril de 2016 a março de 2017, em termos absolutos, observou-se que a redução do mercado de trabalho do comércio varejista da região afeta mais fortemente as duas atividades que mais empregam: outras atividades e supermercados. No ano, são 148 postos celetistas a menos no varejo do Alto do Paranapanema.
No Pontal, entre os 10 municípios da base do Sincomércio, apenas os varejos de dois deles apresentaram saldo positivo em março: Caiuá e Teodoro Sampaio, este último com 11 admissões. Já Presidente Venceslau ficou em março com saldo negativo de 5 vagas.
Em relação às atividades varejistas, apenas as farmácias e perfumarias apresentaram saldo positivo de vagas.
No acumulado dos últimos doze meses, observou-se que apenas o varejo de Caiuá gerou novas vagas.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

MÊS DO DIA DOS NAMORADOS

Vendas devem subir 3% em junho, aponta projeção do Sincomércio


De acordo com as projeções do Sincomércio Pontal/Alta Paulista, em junho, mês do Dia dos Namorados, o comércio varejista deverá ter alta real de 3% na comparação com mesmo mês de 2016.
O possível crescimento nas vendas do varejo em junho denota que as turbulências observadas em âmbito político, ao menos até junho, não irão comprometer a trajetória de recuperação do movimento varejista até aqui observada.
Segundo a análise do Sincomércio, a influência do Dia dos Namorados sobre o desempenho geral do comércio é menor quando comparado ao Dia das Mães, segunda melhor data para o setor, até porque muitos casais preferem celebrar a data em bares, restaurantes, hotéis e motéis, e acabam abrindo mão dos presentes.
Para o Sincomércio, é muito complexo aferir a real contribuição das vendas decorrentes de uma data comemorativa, mas fica evidente a preferência dos consumidores por itens de vestuário e calçados; perfumes e cosméticos; e joias e bijuterias, além de bombons e flores na hora de presentear.
Vale ressaltar, porém, que a alta geral do faturamento varejista no mês de junho será motivada também pelos bons desempenhos em atividades que até aqui mostravam ritmo fraco de vendas, como são os casos das lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e das concessionárias de veículos.
Presentes mais baratos
Para os casais que queiram presentear, os itens mais atrativos estão no grupo de vestuário, calçados e acessórios, pois apresentaram queda de preço - ou alta inferior à inflação do período.
As bijuterias estão muito mais baratas do que no ano passado (-11,08%), enquanto as joias caíram apenas 0,76%. Os outros produtos cujos preços caíram são agasalho feminino (-11,22%); vestido (-8,26%); bolsa (-4,81%); blusa feminina (-3,30%); e agasalho masculino (-2,47%). Os preços atrativos devem motivar ainda mais a procura por esses produtos neste ano, que já são os mais desejados como presente.
Ainda dentro desse grupo, apresentam alta de preços acima da inflação média do período os itens: tênis (18,43%); sandália (7,82%); sapato masculino (7,56%); sapato feminino (5,92%); e lingerie (4,82%). Complementam a lista os artigos de maquiagem (8,28%) e os perfumes (7,77%).
Os casais mais românticos que gostam de comemorar a data com jantar, cinema e outras atrações terão que desembolsar um pouco a mais em 2017. Comer fora de casa está, em média, 4,81% mais caro do que no ano passado (comparação entre abril/17 e abril/16).
Horário especial
Neste sábado, 10, o comércio de Presidente Venceslau funcionará em horário especial, com abertura às 8h e fechamento às 18h.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

DIA DOS NAMORADOS

Comércio espera aumento de 5% nas vendas


Conforme o Sincomércio Pontal/Alta Paulista, as vendas no comércio para o Dia dos Namorados devem crescer 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Para o presidente da entidade, Guido Denippotti, a importância da data para o calendário do varejo contribuiu para a previsão.
A data é considerada a terceira melhor para o setor, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães.
Em 2017, a movimentação nos estabelecimentos da cidade deve beneficiar lojas dos ramos de perfumaria e cosméticos, flores, joalheria, vestuário, calçados e acessórios, decoração e eletrônicos.
Horário especial
O Sincomércio destaca ainda que o comércio de Presidente Venceslau funcionará em horário especial no sábado, 10, antevéspera do Dia dos Namorados. O funcionamento será das 8h às 18h.
Conforme convenção coletiva, no domingo, véspera, não haverá expediente. Na segunda-feira, 12, Dia dos Namoradores, o funcionamento será das 8h às 18h.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Sincomercio do Pontal/Alta Paulista
 participa de congresso nacional


Guido Denippotti, presidente do Sincomercio do Pontal/Alta Paulista, esteve presente no 33º do Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais, em João Pessoa/PB.
Tendo como público alvo dirigentes sindicais empresarias, executivos, assessores jurídicos, assessores de comunicação e marketing, além dos empresários do 3° setor, o congresso foi encerrado nesta sexta-feira, 26, com abordagem de vários r assuntos, como comércio e economia, fortalecimento e atividade sindical, ações de comunicação e marketing, questões jurídicas, entre outros.
Entre os convidados de destaque marcaram presença o professor José Pastore, da USP, que ministrou palestra sobre Reforma Trabalhista e Valorização da Negociação Coletiva; o ministro do Turismo Marx Beltrão, abordando o tema Turismo e Comércio Viajam Juntos; e o jornalista e sociólogo Demétrio Magnoli, discutindo Ética, Política e Empresas, além do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, que fez um panorama sobre o estado.
“Tive o prazer de participar do 33° Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais e, entre os temas, não poderia deixar de constar a Reforma Trabalhista. Entendemos que, para alavancarmos a empregabilidade no nosso país e dar a segurança jurídica, precisamos da sua aprovação na íntegra. Não é possível termos mais de 4 milhões de ação trabalhista por ano, não responsabilizar reclamantes e advogados com pedido absurdos. Não podemos deixar que crise política interfira no andamento das reformas”, afirmou Guido.