sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Muito mais do mesmo
Agora
são cinco semanas seguidas de altas no Ibovespa, que acumula no ano crescimento
de quase 15% e as mesmas cinco semanas de queda no dólar. Na realidade o que
ocorre no câmbio é a alta do real, pois a nossa moeda se valorizou frente a
todas as outras e não somente frente ao dólar. Nossos boletins vinham alertando
para esse comportamento há bastante tempo, dois meses ao menos. Vamos aos
motivos:
Para
o Ibovespa:
1. O País continua a receber forte fluxo
positivo de investimentos estrangeiros, sejam diretos, sejam em
portfólio;
2. A tendência de juros é efetivamente de
baixa;
3. O risco Brasil é baixíssimo e o País
encontra condições macroeconômicas melhores do que quase todos outros países do
mundo;
4. Em termos de economia com mercado
interno robusto, o Brasil hoje disputa apenas com a China (e vai começar a
disputar um pouco mais com a Índia) a preferência dos
investidores;
5. As empresas de diversos setores
(energia, varejo, imobiliário, bancário e commodities) devem ter desempenho
positivo nos próximos anos;
6. O ambiente externo é ruim,
principalmente na Europa, mas pouco a pouco a percepção é de baixo grau de
contágio no Brasil. Além disso, nossa aposta é de que a Europa perturbe o
cenário de vez em quando, mas não vemos nenhuma ruptura do Bloco ou do Euro no
meio do caminho.
Para
o câmbio grande parte das explicações se mantém. O fluxo de recursos externos,
pelo Brasil ser um país com tendência de crescimento elevado com mercado interno
robusto e pela fraqueza de outras economias importantes no momento, tende a ser
muito positivo, o que valoriza o Real. Exatamente por isso, em todas as
intervenções que o governo fez para desvalorizar nossa moeda, nossas análises
apostavam na ineficácia das mesmas. Não dá para combater a maré remando sozinho.
Entendemos que para a indústria, o momento não é bom, mas adotar medidas
protecionistas por um lado e de intervenção no câmbio de outro, somente vão
retardar o inevitável, e ainda vão causar forte dano e atraso para o resto da
economia. Os ganhos de competitividade que o País pode e deve perseguir estão na
educação, na redução da carga tributária, na queda dos juros, e nunca no IOF e
no Imposto de Importação ou nas normas burocráticas alteradas diariamente. Já se
passa mais de um ano que esse tem sido o caminho adotado pelas autoridades, e os
efeitos deveriam ter servido de alerta: não vai funcionar, apesar de criar um
ambiente de incertezas indesejável.
A
maré deve continuar em média positiva, mas devemos sempre ter atenção para as
possíveis realizações de lucros nas bolsas e para novas medidas do governo
tentando conter o câmbio. No curto prazo esses fenômenos podem afetar o
desempenho dos mercados, mas no longo prazo acreditamos que o Ibovespa será
positivo e o Real deve se manter valorizado
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Entrada no Supersimples será até esta terça-feira (31)
Micro e pequenas empresas têm até esta terça-feira (31) para solicitar a entrada no Simples Nacional. Neste mês, houve mudança no ajuste das faixas de enquadramento das empresas no sistema, instituído pela Lei Complementar 139/11. O limite para a microempresa passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil e o da pequena, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.
O reajuste nos tetos do Simples Nacional alcança diretamente as mais de 5,7 milhões de empresas do sistema, incluindo 1,8 milhão de empreendedores individuais (EI) que terão seu limite de faturamento anual ampliado de R$ 36 mil para R$ 60 mil. O número representa 96,6% dos micro e pequenos negócios formais do Brasil e 95% de todas as empresas existentes no país. "O ano de 2012 começa com novas energias para os pequenos negócios, possibilitando mais oportunidades e reforço do seu papel estratégico no desenvolvimento do país e na geração de emprego", avalia o gerente de políticas públicas do Sebrae, Bruno Quick.
O pedido de entrada no regime especial de tributação é feito pelo portal do Simples Nacional. Como a adesão ocorre apenas em janeiro de cada ano, quem perder o prazo só poderá entrar no sistema em 2013. Os pedidos agendados em novembro ou dezembro e que não tiverem pendências serão incluídos automaticamente. Apenas as empresas em início de atividades conseguirão se registrar no Simples depois do mês de janeiro, mas é preciso observar o prazo: elas têm até 30 dias a partir da obtenção do registro para fazer o pedido.
De acordo com a Resolução nº 94/11 do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), as empresas do Supersimples que até o dia 31 de dezembro tiveram receita bruta anual entre R$ 2,4 milhões e R$ 3,6 milhões permanecerão no sistema. O secretário executivo do comitê, Silas Santiago, estima que cerca de 10 mil empreendimentos estejam nessa situação.
Declaração
O CGSN também decidiu acabar com a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) a partir de 2012. As empresas do sistema só precisarão entregar essa declaração referente ao ano de 2011 - cujo prazo encerra dia 31 de março de 2012 - e as de anos anteriores que estiverem em atraso. As informações socioeconômicas que eram prestadas via DASN serão feitas anualmente por meio da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis).
Conforme o CGSN, em janeiro, os tributos do Simples Nacional passam a ser declarados mensalmente pelas empresas por meio do Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional - Declaratório (PGDAS-D). As informações prestadas terão caráter de confissão de dívida.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Sincomércio e empresários fazem balanço de Convenção Coletiva de Trabalho
Em café da manhã realizado na
sede do Sincomércio (Sindicato Patronal do Comercio Varejista
do Pontal do Paranapanema e Alta Paulista), no dia 26 de janeiro,
diretores da entidade e empresários de Presidente Venceslau debateram os
resultados da Convenção Coletiva de Trabalho e atitudes a serem tomadas para
que sua atuação seja mais efetiva.
Os empresários consideraram justa
a negociação entre os sindicatos Patronal e de Empregados. O Patronal defende a
tese de que o Pontal do Paranapanema tem um crescimento econômico abaixo do
restante do Estado de São Paulo, assim sendo o acordo salarial não pode
acompanhar todos os números propostos pelas regiões mais ricas. Guido
Denipotti, presidente do Sincomércio, afirma que “até a criação do Sincomércio,
a Convenção Coletiva de Trabalho do Pontal do Paranapanema acompanhava o
restante do Estado, pois não havia uma instituição que tivesse poder legal de
negociação. O fato de nos submetermos durante longos anos a acordos referentes
a uma realidade diferente da nossa sufocava o desenvolvimento e criação de
empregos. Temos conseguido diversos e importantes avanços nas Convenções, o que
é bom para os empresários e empregados”.
Entre as reivindicações feitas ao Sincomércio está a
melhoria na comunicação entre o Sindicato e seus representados. Adilson
Melchior, diretor do Sincomércio, afirmou que medidas neste sentido estão sendo
tomadas. “Hoje contamos com o site www.sincomercio.net,
com o blog sincomercio-net.blogspot.com, contas no Twitter (@SincomercioP) e Facebook (Sincomercio Pontal). Nossas
redes sociais são diariamente atualizadas”.
Os diretores do Sincomércio percorrerão
todas as cidades que estão em sua base para debater com os empresários os
resultados da Convenção Coletiva e futuras ações.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Endividamento das famílias recua em janeiro deste ano frente a 2011
O percentual de famílias endividadas em janeiro deste ano apresentou queda em relação ao mesmo mês de 2011, de acordo com dados da Peic Nacional (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), divulgada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) nesta terça-feira (24).
Em janeiro deste ano, a parcela de famílias brasileiras endividadas ficou em 58,8% - em janeiro de 2011 o percentual era de 59,4%. Em relação a dezembro do ano passado, o endividamento apresentou leve alta de 0,2 ponto percentual.
Quanto às famílias que têm contas em atraso, o percentual ficou em 19,9%, queda de 1,3 ponto percentual em relação ao mês imediatamente anterior e de 2,2 pontos percentuais frente a janeiro de 2011.
Ainda na comparação mensal, o número daqueles que declararam não ter condições de pagar as dívidas registrou queda, passando de 7,2% em dezembro de 2011 para 6,9% em janeiro deste ano. Em janeiro de 2011, o percentual era de 7,9%.
Nível de endividamento
De acordo com a pesquisa, a parcela de famílias que afirmaram estar muito endividadas caiu para 14,2%, ante os 15,4% de dezembro do ano passado.
O número daquelas que se dizem pouco endividadas aumentou, ao passar de 21,8% para 22,4%. Os mais ou menos endividados representam 22,2% das famílias neste mês, contra 21,4% no mês passado.
Renda comprometida
De acordo com o levantamento, a parcela da renda comprometida com dívidas avançou na comparação anual, respondendo por 30,5%, frente a 29,2% em igual período do ano passado. O tempo médio de atraso de quem possui contas ou dívidas pendentes ficou em 68,2 dias em janeiro de 2012.
Já o tempo médio de comprometimento com as dívidas ficou em 6,5 meses, sendo que 27,5% das famílias endividadas estão comprometidas com dívidas por até três meses e 25,5% por mais de um ano. (uol)
Em janeiro deste ano, a parcela de famílias brasileiras endividadas ficou em 58,8% - em janeiro de 2011 o percentual era de 59,4%. Em relação a dezembro do ano passado, o endividamento apresentou leve alta de 0,2 ponto percentual.
Quanto às famílias que têm contas em atraso, o percentual ficou em 19,9%, queda de 1,3 ponto percentual em relação ao mês imediatamente anterior e de 2,2 pontos percentuais frente a janeiro de 2011.
Ainda na comparação mensal, o número daqueles que declararam não ter condições de pagar as dívidas registrou queda, passando de 7,2% em dezembro de 2011 para 6,9% em janeiro deste ano. Em janeiro de 2011, o percentual era de 7,9%.
Nível de endividamento
De acordo com a pesquisa, a parcela de famílias que afirmaram estar muito endividadas caiu para 14,2%, ante os 15,4% de dezembro do ano passado.
O número daquelas que se dizem pouco endividadas aumentou, ao passar de 21,8% para 22,4%. Os mais ou menos endividados representam 22,2% das famílias neste mês, contra 21,4% no mês passado.
Renda comprometida
De acordo com o levantamento, a parcela da renda comprometida com dívidas avançou na comparação anual, respondendo por 30,5%, frente a 29,2% em igual período do ano passado. O tempo médio de atraso de quem possui contas ou dívidas pendentes ficou em 68,2 dias em janeiro de 2012.
Já o tempo médio de comprometimento com as dívidas ficou em 6,5 meses, sendo que 27,5% das famílias endividadas estão comprometidas com dívidas por até três meses e 25,5% por mais de um ano. (uol)
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
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